home orkut contato

Quarta-feira, Maio 31, 2006


Contra Burguês, baixe mp3



Concordo plenamente, mas como ficam os artistas nesse meio todo? Como ficará o futuro de nossa banda preferida se nós só passarmos a baixar mp3 gratuitos? Não estou dizendo que mp3 deve passar a ser pago, de jeito nenhum, mas mesmo que um fã não tenha dinheiro pra comprar o cd original na loja que ele faça um esforço para poder comprá-lo. Senão, adeus banda. Tudo bem, não dá pra exagerar, mas vamos pensar: se todos os fãs de uma determinada banda deixarem de comprar o cd original para baixá-lo em mp3, a banda com certeza fica na pior.

Tude bem. Baixe, aproveite, compartilhe e coisa e tal, mas compre o cd também! Tá, mas a maior parte do dinheiro não vai para os artistas e sim para a gravadora. De qualquer jeito a banda sai perdendo. Cd é caro sim, mas você não estará fazendo um mau investimento.

Que assunto complicado. Vou deixar um pouco vago. Não sou contra quem baixa mp3 e também não sou contra quem compra cd. Ambos são ótimos e maravilhosos.

Já que toquei no assunto:
  • http://indienation.blogspot.com/

  • http://indienation.blogspot.com/

  • Dois blogs para baixar mp3 que são atualizados diariamente.

    escrito por: Linus | @ | |

    Terça-feira, Maio 30, 2006


    Internet dos loucos




    Carlos Heitor Cony disse em sua coluna, na Folha Online, que a internet é uma criação divina e diabólica. Divina, pois ela une todos os homens de todo o mundo de uma forma simples e barata, e também diabólica, pois ela está na pré-história, e que, num futuro próximo, ela poderá ser guiada por mãos divinas ou mãos diabólicas, assim como todas as grandes invenções.

    São coisas que já encontramos no nosso cotidiano. Crimes morais, políticos, econômicos, sexuais. Vejo a internet como um segundo mundo: temo-la em nossas mãos e só cabe a nós saber como usa-la.

    O que mais devemos temer? Já não basta tanto sofrimento enfrentado durante todos esses séculos? Por que não ter sabedoria e bom senso agora? De nada adiantará isso tudo. O ser humano é estúpido, burro, idiota, hipócrita e não leva desaforo para casa.

    Quando o mal estiver feito lamentaremos, e então, iremos aprender com tal erro, pois é assim que se progride, não é?


  • link do texto de Cony:
  • http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/ult505u192.shtml

    escrito por: Linus | @ | |

    Segunda-feira, Maio 29, 2006


    Ensaio


    É dificil começar um texto. Mesmo que você já saiba o assunto você se pergunta: por onde eu começo? como eu irei tratar o tema? que palavras irei usar? Brincar com as palavras é uma coisa tão prazerosa, pois nos permite expressar todo um conjunto de idéias escondido nos mais escuros pensamentos.
    Escrever, pra mim, é libertar toda uma fantasia, talvez uma fantasia infantil, escondida no eu, como personalidade e opinião. Por isso vou tentar escrever uma história, na qual não sei do que se trata e não sei sobre quem fala, mas deixarei ela rolar.

    Ensaio sobre Copacabana


    Enquanto eu caminhava pela praia de Copacabana eu via, sobre todos os aspectos antropofágicos, a diversidade que ali existia: mendigos, crianças, jovens, adultos, idosos, artistas, pobres...Toda uma sociedade, correta e incorreta. O sol, queimava as moças de corpos sarados e a água refrescava as crianças com suas fantasias inocentes, enquanto se imaginavam em mar aberto num combate entre navios piratas. Na cadeira embaixo do guarda-sol há uma senhora, com seu óculos escuros, observando a praia que já fora, em épocas passadas, o cenário de toda a sua mocidade. "Tempo - pensa ela - uma coisa terrível; destrói tudo, o tempo". Os rapazes com corpos a mostra correm pelo calçadão, paquerando as menininhas bobas. O cachorro brincando com os micos a pular de palmeira em palmeira. Que cenário maravilhoso, que lugar refrescante, que pessoas interessantes! Aonde eu me encaixo nesse povo todo? Seria eu apenas o observador? o pensador? o filósofo? o visionário? Diria que sou tão normal quanto qualquer um. Olho, pois sinto uma certa inveja de não poder realizar tudo aquilo que vejo. Coisas simples como, contar uma piada, dar aquele mergulho na água e me deitar na areia, sentindo toda aquela natureza maritma. Não sou ninguém, mas estou ali, presente, ocupando um lugar no espaço. Eu existo! Continuo sendo mais um, aquele que observa, apenas.

    De ponta a ponta, não notava diferença alguma entre as personalidade ali presentes. Eram todos tão iguais, tão cheios de vida. As senhoras levando seus cachorrinhos felpudos a passear, o vendedor ambulante parado naquele banco se refrescando, o policial tirando uma soneca (ô soneca!). Eram todos iguais, até os cachorros, até o vento e consequentemente o cheiro. Sentei-me em um banco de praça, já meio desgastado pelo tempo(?), e ali fico a observar cada um que passa: "Veja o chapéu da senhora ser levado pelo vento!", rio comigo mesmo. Ela parece tão tranquila e alegre; tal fato não a aborrece. Eta povo alegre e charmoso! Eta povo simpático e nervoso! Só posso dizer que amo tudo isso. O morro que desce e aqui faz a festa e mesmo assim não deixa de ter alegria e risadas!

    Copacabana, um pedaço do Rio de Janeiro, lugar onde eu vivi e morri e renasci, ali naquela planta bem do lado do mar, onde o vento o bate e recebe toda a graça daquele lugar que já fora cenário de tantas vidas.

    escrito por: Linus | @ | |

    Se eu fosse padre


    Se eu fosse um padre, eu, nos meus sermões,
    não falaria em Deus nem no Pecado
    — muito menos no Anjo Rebelado
    e os encantos das suas seduções,

    não citaria santos e profetas:
    nada das suas celestiais promessas
    ou das suas terríveis maldições...
    Se eu fosse um padre eu citaria os poetas,

    Rezaria seus versos, os mais belos,
    desses que desde a infância me embalaram
    e quem me dera que alguns fossem meus!

    Porque a poesia purifica a alma
    ...e um belo poema — ainda que de Deus se aparte —
    um belo poema sempre leva a Deus!

    Mário Quintana


    escrito por: Linus | @ | |

    Sexta-feira, Maio 26, 2006


    Just in time you've found me just in time


    "Just in time you've found me just in time
    Before you came my time was running low
    I was lost the losing dice were tossed
    My bridges all were crossed nowhere to go
    Now you hear now I know just where I'm going
    No more doubt of fear I've found my way
    Click click click click

    Just in time you've found me just in time
    And changed my lonely nights that lucky day
    Before you came my time was running low oh baby
    I was lost the losing dice were tossed
    My bridges all crossed nowhere to go
    Now you hear now I know just where I'm going
    No more doubt no more fear I've found my way
    For love came just in time you've found me just in time
    And changed my lonely nights and changed my lonely nights
    And changed my lonely nights and changed my lonely nights
    And changed my lonely nights that lucky day"

    Nina Simone



    Você me encontrou, enfim. Naquela tarde em que tudo era incerto - o sol, as nuvens, o vento - eu estava lá, a observar todos, como se eu já estivesse esperando por você. Não te conhecia, não sabia seu nome, não sabia nada sobre você, mas eu sabia que você iria chegar, bem a tempo.

    Você apareceu, enfim. Apareceu assim como eu previra. Se fiquei feliz? Claro! Tudo então estava certo. Estava perdido e você guiou-me com toda sua sabedoria e amor, principalmente; o amor. Amor que me fez ter esperança, em noites solitárias e em dias nublados. Estou sem medo agora. Você está aqui, bem do meu lado!

    escrito por: Linus | @ | |


    Hanny Saraiva
    A Bêbada e o Equilibrista
    Djimi



    Maio 2006

    Junho 2006

    Julho 2006

    Agosto 2006

    Setembro 2006

    Outubro 2006

    Novembro 2006

    Janeiro 2007

    Fevereiro 2007

    Março 2007

    Abril 2007





    by: artur quintanilha - 2007
    <BODY>